Decidi ser onda num mar distante, E eu serei estrela no firmamento brilhante. Decidi ser feiticeiro de magias reais, E eu serei autor de poemas banais. Decidi ser um risco num imaculado papel, E eu serei um riso na volta de um carrossel. Decidi ser uma mancha de cor no céu, E eu serei uma bela nuvem, um triste véu. Decidi não ser E eu o serei até morrer. Decidi ser o amarelo de um malmequer, E eu serei uma coisa qualquer. |
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Poema colectivo 8º A(Oporto) |